ORNELAS é consultor em Gestão Estratégica com MBA em Administração Global pela Universidade Independente de Lisboa e especialização em Estatística do Turismo na FGV. Sua experiência no mercado turístico do Brasil e na aceleração econômica de territórios veio por meio de trabalho com foco no mercado em 156 Municípios no Brasil. Também deu consultoria ao Ministério do Turismo nos projetos de regionalização e organização de Destinos Indutores do fluxo turístico.
Tuesday, 7 May 2013
Capacidade Técnica - Gov de Santa Catarina
Saturday, 5 January 2013
FUTOURISMO > Resultados do Projetos 65 Destinos Indutores do Turismo Regional do Brasil.
Resultados do Projeto 65 Destinos
Projeto 65 Destinos Indutores apresenta evolução nas regiões contempladas!
Com o fim dos trabalhos, 61 destinos elaboraram o Plano de Ações para aumentar sua competitividade, o que significou 729 iniciativas implementadas e aproximadamente 3 mil ações propostas de acordo com as 13 dimensões apontadas pelo Índice de Competitividade.
Escolhidos para receber uma estratégia prioritária de investimentos técnicos por parte do Ministério do Turismo, os 65 Destinos Indutores foram selecionados a partir de roteiros que já possuíam uma infraestrutura turística básica, com atrativos qualificados, capazes de atrair e distribuir visitantes às próprias cidades do seu entorno.
Sob a gestão do Instituto Marca Brasil, a metodologia teve como objetivo supremo a sensibilização e a disseminação de conceitos e práticas de gestão e planejamento turístico, tendo como meta a construção de Planos de Ações focados no aumento da competitividade desses 65 destinos eleitos pelo MTur. Para isso, o IMB agiu intensamente, durante toda a aplicação do projeto, na capacitação dos atores locais de cada localidade, fortalecendo a governança e promovendo a integração entre as regiões envolvidas.
Ao todo, foram feitas 260 oficinas, com a capacitação de 1551 gestores. Desta forma, podemos anunciar que, com o Projeto 65 Destinos Indutores, o Ministério do Turismo, seguindo o Plano Nacional do Turismo, realiza uma das principais metas do Programa de Regionalização.
Para mapear a realidade de cada lugar,
o MTur, em parceria com a FGV e o Sebrae,
realizou três pesquisas nos municípios
em 2008, 2009 e 2010, denominadas
Índice de Competitividade.
Em primeiro lugar, esse mapeamento foi executado a fim de servir como parâmetro de medida para o nível de desenvolvimento de cada um dos destinos envolvidos. A avaliação foi feita com base em 13 dimensões: Infraestrutura Geral; Acesso; Serviços e Equipamentos Turísticos; Atrativos Turísticos; Marketing e Promoção do Destino; Políticas Públicas; Cooperação Regional; Monitoramento; Economia Local; Capacidade Empresarial; Aspectos Sociais; Aspectos Ambientais; e Aspectos Culturais. A cada ano, foi verificada a evolução de todas essas dimensões nos 65 destinos.
Monday, 17 December 2012
1 Bilhão
O turismo internacional alcançou o número de 1 bilhão de viajantes no período de um ano, e a Organização Mundial do Turismo deu início a uma campanha de celebração intitulada 1 Bilhão de Turistas. 1 Bilhão de Oportunidades.
Apesar das constantes incertezas que pairam sobre a economia do planeta, um bilhão de turitas viajaram pelo mundo em 2012, o que significa um novo recorde para o turismo internacional – setor ao qual se atribui 1 em cada 12 postos de trabalho, além de 30% das exportações mundiais de serviços.
Estes números, portanto, classificam o turismo como um dos mais importantes setores econômicos do mundo, com uma participação de 9% do PIB global.
Na data simbólica que marcou a chegada do bilionésimo turista – 13 de dezembro de 2012 – a OMT lançou a campanha 1 Bilhão de Turistas. 1 Bilhão de Oportunidades, a fim de comemorar este grande marco do setor: "Nossa mensagem para os turistas de todo o mundo", revela o Secretário General da OMT, Taleb Rifai, "é que, tomando as decisões corretas, cada turista representa uma oportunidade para alcançarmos um futuro mais justo, inclusivo e sustentável".
Para isso, uma das sugestões da OMT é que as pessoas procurem sempre consumir em suas viagens produtos de origem local, de modo que seus gastos contribuam para um efetivo desenvolvimento sócio-econômico das comunidades.



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