Friday, 10 April 2026

Futourismo >> DTi >> Film Comission com a criatividade brasileira




O fomento ao setor audiovisual tem se revelado uma das estratégias mais inteligentes de desenvolvimento econômico para gestores municipais. Mais do que apenas apoiar a arte, a criação de uma Film Commission municipal funciona como um catalisador de um fenômeno global conhecido como Film-Induced Tourism (turismo induzido pelo cinema).

Para o poder público, trata-se de transformar a cidade em um cenário vivo, onde a tela do cinema ou da TV serve como a maior vitrine publicitária possível. 

O Papel Estratégico da Film Commission

Uma Film Commission atua como o "tapete vermelho" para produtoras, facilitando autorizações e oferecendo suporte logístico. O impacto direto no turismo ocorre de duas formas:

  1. Aumento do Fluxo Turístico: Locais que aparecem em produções de sucesso tornam-se destinos de desejo. O turista quer "viver" o cenário que viu na tela.

  2. Mitigação da Baixa Estação: Diferente do turismo de lazer convencional, as produções cinematográficas acontecem durante todo o ano. Uma equipe de filmagem de 100 pessoas hospedadas em um hotel durante o mês de maio (baixa temporada) gera uma receita fundamental para a manutenção de empregos e serviços locais.

Referências Nacionais de Sucesso

Bento Gonçalves (RS): O Enoturismo em Tela

A Film Commission de Bento Gonçalves soube aproveitar a estética das vinícolas e a herança italiana. Ao facilitar produções como novelas e filmes nacionais, a cidade consolidou sua marca turística ligada ao requinte e à gastronomia. O resultado é um fluxo constante de visitantes que buscam as paisagens vistas nas telas, fortalecendo a economia regional fora do pico do inverno. Que impacta todo o território da Serra Gaúcha, desde 2009, quando o consultor Álvaro Ornelas fez parte , por meio de do projeto 65 Destinos do Ministério do Turismo, dando suporte e trazendo ideia de “futourismo”, inclusive a Film Commission foi criada em um evento sobre o tema, qua aconteceu no Brasil , juntos poder público, a Secretaria de Turismo e o maior hoteleiro da região foram convidados pelo consultor a participar e entender - 60 dias depois estava criada e os trabalhos de locação do centro de eventos entraram como “cenários”. Bento Gonçalves tem estratégia de equipes que transforma ideias em resultados consistentes por meio de ações certeiras.

Santos (SP): Versatilidade e Logística

Santos é um exemplo de eficiência administrativa. Com uma legislação moderna e agilidade na liberação de espaços públicos, a cidade atrai desde comerciais a grandes roteiros o ano inteiro. 

O Salto do Noronha - evento 2B em 2026

Um parceria entre o Brasil Convention & Visitors Bureau (Brasil C&VB) e a produtora Anti-Filmes, firmada no cenário simbólico de Fernando de Noronha, representa um marco na profissionalização do binômio "Turismo e Audiovisual" no país.

Como estamos em março de 2026, os resultados da 3ª edição do Noronha2B (N2B) acabam de ser consolidados, trazendo atualizações fundamentais sobre como essa aliança está moldando o mercado.

A 3ª edição do evento (março de 2026) consolidou Noronha não apenas como locação, mas como o centro de inteligência das Film Commissions no Brasil com o foco em sustentabilidade, O fórum deste ano debateu intensamente a "produção verde", estabelecendo protocolos para que grandes filmagens em áreas de preservação gerem o menor impacto ambiental e o maior impacto econômico local; e  ainda parceria Brasil C&VB e Anti-Filmes, quando o termo assinado não é apenas institucional; ele viabilizou o N2B WIP LAB, um laboratório que premiou projetos como "Herdeiras da Terra" (RJ) e "As Caixas" (BA), que agora contam com consultorias para se tornarem produtos de exportação dos destinos brasileiros.

A Rede Nacional de Film Commissions

Um desdobramento direto dessas articulações iniciadas em 2024 foi o fortalecimento da Rede Nacional de Film Commissions, com o objetivo mais óbvio que é a integração Federal, a qual deve aproximar o Ministério da Cultura, o Ministério do Turismo e a Embratur de forma inédita. Hoje, o Brasil trabalha para criar uma Film Commission Nacional, que servirá como porta de entrada única para produções estrangeiras (o modelo de one-stop shop) e talvez um grande erro, pois o motor de promoção, e o mais inteligente é o MUNICÍPIO e os territorio assumirem este papel, e entenderem o amplo sentido que faz. O sucesso vem de baixo para cima,  nunca o contrário, afirma o consultor thinktank Álvaro Ornelas, que desde 2009 trabalha com inteligência de mercado aplicada ao fluxo turístico.  O foco, segundo o think tank é o marketing de destino, como acontece a comunicação do destino, o plano de ação proposto pelo Brasil C&VB utiliza o audiovisual para substituir a publicidade tradicional por conteúdo narrativo. Em vez de um comercial de 30 segundos, o destino é promovido organicamente através de séries e filmes que circulam em plataformas globais de streaming.

Dados e Impacto Econômico (Visão 2026)

A visão do turismo como "fluxo de mercado e economia" defendida no N2B trouxe números claros para os gestores públicos: (1) Ocupação em Baixa Temporada: Destinos que investiram em Film Commissions (como Santos e Bento Gonçalves, citados anteriormente) registraram um aumento de 15% a 20% na taxa de ocupação hoteleira durante os meses de baixa estação, graças às equipes de filmagem; (2) Marca do Turismo: A parceria com a Anti-Filmes ajudou a criar o conceito de "Locações Brasil", uma estratégia de Branding que vende o país não apenas pelo sol e praia, mas por sua diversidade arquitetônica, histórica e logística para a indústria criativa. 

O Brasil, e especialmente muitas de nossas regiões com potencial latente, ainda está atrasado na implementação dessas estruturas de governança audiovisual e turística. Enquanto destinos globais já operam com ecossistemas maduros, nós ainda engatinhamos na desburocratização de locações e no incentivo direto.

No entanto, esse atraso não é uma sentença, mas uma janela de oportunidade para aceleração econômica. Temos a vantagem de aprender com os erros alheios e saltar etapas, adotando tecnologias de ponta e modelos de gestão mais ágeis.

A Convergência do Futuro: Smart, Sea & Tourism

A oportunidade reside na integração de conceitos que o consultor Álvaro Ornelas tem provocado em suas reflexões sobre o "Futourismo". Não se trata mais apenas de promover um destino, mas de construir um Território Integrado sob os pilares:

  • Smart City: Cidades que utilizam dados para gerenciar o fluxo de turistas e a logística das produções cinematográficas, minimizando o impacto no dia a dia do cidadão e maximizando a eficiência dos serviços públicos.

  • Smart Sea: No contexto de regiões costeiras, a economia azul (nautical economy) se funde ao audiovisual. Marinas, estações náuticas e a orla deixam de ser apenas lazer para se tornarem infraestrutura de produção e cenários de alto valor agregado.

  • Território Inteligente: Um ambiente onde a marca do turismo não é apenas um logotipo, mas uma estratégia de mercado viva, que entende o visitante e a produtora de cinema como clientes de um ecossistema econômico sustentável.

O Momento da Virada

Como bem destaca Álvaro Ornelas em suas análises sobre as tendências do setor, o Futourismo exige que paremos de ver o turismo como um evento isolado e passemos a enxergá-lo como um fluxo contínuo de mercado.

A Film Commission é a engrenagem que faltava para conectar a cultura, a arquitetura e as nossas paisagens à capital internacional. 

O momento de acelerar é agora, transformando nossos municípios em palcos globais e destinos inteligentes, onde a economia gira o ano todo, a identidade local é valorizada e o desenvolvimento chega, finalmente, de forma integrada e tecnológica.

Avante,  seguimos, 


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Referências Bibliográficas:

Para o contexto brasileiro, a obra de referência que une a técnica da gestão de Film Commissions com o impacto no turismo é:

SOLOT, Steve. Guia para Film Commissions no Brasil. Rio de Janeiro: Latin American Training Center (LATC). Este guia é o manual de cabeceira para gestores públicos. Ele detalha desde a estrutura administrativa necessária até como o "marketing territorial" transforma a imagem da cidade em um ativo financeiro.

KÖRÖSSY, N.; SANTOS, E. Film Commissions Report: an overview & film tourism. Recife: UFPE.  Oferece dados concretos sobre como o fluxo de produções mitiga a sazonalidade turística e valoriza a cultura local.

Legislação e Base Jurídica no Brasil:

A criação de uma Film Commission não deve ser apenas um "projeto", mas uma política de Estado institucionalizada por lei ou decreto.

São Paulo (Decreto nº 56.905/2016): Estabelece procedimentos para filmagens e cria a SPCine, que atua como Film Commission. É o padrão-ouro de desburocratização (o chamado one-stop shop).


Porto Alegre (Decreto nº 21.296/2021): Institui o Escritório Municipal de Apoio à Produção Audiovisual, vinculando-o diretamente à Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo, reforçando o viés de mercado.

Curitiba (Decreto nº 2170/2023): Regulamenta o Comitê Gestor da Film Commission, focando na organização do espaço público e no suporte logístico.

Lei nº 12.485/2011 (Lei da TV Paga): Estimulou a produção nacional e criou a demanda por novas locações fora do eixo Rio-São Paulo.

Lei Paulo Gustavo e Lei Aldir Blanc 2: Em 2026, essas leis consolidaram o fluxo de recursos federais que municípios podem usar para estruturar seus editais de apoio ao audiovisual e infraestrutura técnica.


Imagem:

Website disponível no www.wtc.com , 2026. 


Friday, 3 April 2026

Futourismo >> DTi apoio à aceleração economica do território.

 DTi fazem acontecer. 



Para criar um espaço de acolhimento que realmente ressoe com empreendedores de alto nível no setor de Turismo de Saúde e Longevidade, as perguntas devem deslocar o foco da "hospitalidade comum" para a "estratégia de ativos", estão organizando em três blocos com perguntas reflexivas, criadas pelo think tank da Economia do Mar, o consultor Álvaro Ornelas, no intuito de auxiliar o processo de aceleração econômica dos território que desejam tornarem se verdadeiros DTi (Destinos e Território Integrados) com a economia de mercado, 

O objetivo é estimular o pensamento disruptivo e o networking qualificado nas três áreas: (1) Pivot Estratégico; (2) DTi e  Economia da Eficiência; e por fim (3) Ética do Turismo Utilitarista e Longevidade. As perguntas propostas servem como quebra-gelo para que dois empreendedores não conversam apenas sobre "preço de diária", mas sobre "valor de mercado da vida humana", são elas: 


1. O Pivot Estratégico: Da Contemplação ao Ativo

Estas perguntas ajudam o empreendedor a entender se o negócio dele ainda está vendendo "paisagem" ou se já migrou para a venda de "performance".

1.1 - O "ROI Vital": Como o seu serviço ou destino prova matematicamente para o cliente que o investimento feito hoje em saúde garantirá a ele mais 10 ou 20 anos de viagens e produtividade?

1.2 - Conhecimento como Produto: Além da infraestrutura física (quartos, spas, clínicas), qual é o ativo intelectual (dados, protocolos, mentorias) que o seu negócio entrega e que o turista não consegue encontrar em uma busca comum no Google?

1.3 - Transição de Público: Você está preparado para deixar de atender o "visitante" (que consome recursos da cidade) para acolher o "investidor de si mesmo" (que valoriza o capital humano local)?


2. Destinos Inteligentes e a Economia da Eficiência

Focadas em como a tecnologia e a gestão urbana transformam o serviço em uma operação de alta rentabilidade.

2.1 - Ecossistema Sem Atrito: Como a sua empresa se integra tecnologicamente a outros serviços da cidade para que a jornada de saúde do cliente seja contínua, desde o desembarque até o pós-tratamento em casa?

2.2 - Monetização do Tempo: Se o tempo é o recurso mais escasso do turista de valor, como o seu modelo de negócio elimina desperdícios operacionais para maximizar o ganho de saúde por hora de permanência?

2.3 - Sustentabilidade Econômica: De que forma o seu empreendimento contribui para que o turismo deixe de ser um peso sociocultural e passe a ser um motor de alta tecnologia e empregos qualificados na sua região?


3. A Ética do Turismo Utilitarista e a Longevidade

Provocações sobre o futuro do setor e a fidelização através da autonomia funcional.

3.1 - Promessa de Autonomia: O seu marketing vende o "cartão-postal" ou vende a "liberdade funcional" para que o cliente continue sendo um cidadão do mundo nas próximas décadas?

3.2 - Personalização via Dados: Até que ponto o seu negócio utiliza dados biométricos e de comportamento para criar uma experiência tão única que o custo de migração para um concorrente seja alto demais para o cliente?

3.3 - O Futuro do Fluxo: Se o objetivo do seu cliente é "investir para durar", como você está planejando os próximos 20 anos da sua infraestrutura para acompanhar o envelhecimento ativo dessa base fiel? 

Somos do tamanho de nossos sonhos, e capacidade de organizar o crescimento e a aceleração econômica de território” 

Enquanto isso, no Brasil, em 2026, ainda vejo Prefeituras Municipais colocando o turismo no guarda-chuva social, cultural ou esportivo, erro do passado, que não trouxe resultados qualitativos, ou seja, continuamos o mesmo País de “potencial” com um fluxo turístico menor que cidades ou País com bem menos atrativos, porém MAIS INTELIGENTES e focado no mercado. 

Avante,  seguimos, 


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Ref. Bibliográfica: 


ORNELAS, Álvaro. Turismo de Saúde e Longevidade: perguntas reflexivas para aceleração econômica de Destinos e Territórios Integrados (DTi). Itapema, SC: Think Tank Economia do Mar, 2026. 1 arquivo PDF. Disponível em: "Acervo do Autor". Acesso em: 22 mar. 2026.


Imagem: 


Website www.suno.com.br


Friday, 27 March 2026

DTi >> Turismo é economia.

 

O Modelo de Negócio dos Destinos Inteligentes: Precificando a Longevidade.


Os chamados Destinos Inteligentes (Smart Destinations) romperam com a visão tradicional de hospitalidade. Eles não vendem mais apenas "hospedagem e lazer"; eles precificam a extensão da capacidade produtiva e vital do indivíduo. Sob essa ótica econômica, o turismo de saúde é o investimento que o viajante faz para "comprar tempo" e continuar consumindo no futuro.

A Monetização do Bem-Estar Pleno

Nesses destinos, o serviço é estruturado como um ativo financeiro. A precificação não se baseia no custo da infraestrutura, mas no valor agregado do conhecimento e da tecnologia aplicada, como: (i) check-ups de alta performance: Protocolos médicos avançados são vendidos como "manutenção preventiva" para investidores e executivos que não podem se dar ao luxo de adoecer; e o (ii) Biohacking e terapias de longevidade: O destino oferece acesso a tratamentos (genética, terapias regenerativas) que ainda não são comoditizados, cobrando um prêmio pela exclusividade e inovação.

Eficiência de Fluxo e Dados

Um destino inteligente utiliza a tecnologia para maximizar o gasto per capita por hora de permanência, por meio de (a) Ecossistemas Integrados: Hotéis, clínicas e centros de bem-estar compartilham dados (com consentimento) para criar uma jornada de consumo sem atritos. Se o turista investe em uma cirurgia, o ecossistema já oferece a recuperação em um resort de luxo adaptado, transformando a convalescença em faturamento turístico, e o amplo uso de (2) Infraestrutura como Ativo Econômico: Diferente do turismo cultural, que muitas vezes sobrecarrega a cidade com baixo retorno financeiro, o turismo de saúde atrai um público disposto a pagar por serviços de alta complexidade, gerando impostos e empregos técnicos de alto nível.

Turista como “investidor de si mesmo". 

O conceito do turista como "investidor de si mesmo" reflete a transição para a chamada Economia da Transformação, um estágio evolutivo após a Economia da Experiência teorizada por Pine e Gilmore. Nesse cenário, o deslocamento deixa de ser uma busca por lazer passivo para se tornar uma alocação estratégica de capital em capital humano. Relatórios recentes do Global Wellness Institute (GWI) apontam que o turista de saúde gasta, em média, 130% mais do que o turista comum, pois ele não compra apenas um serviço, mas um resultado mensurável em sua biologia e produtividade. Ao adquirir pacotes que integram workshops de saúde mental e consultas genéticas, esse viajante está, na verdade, mitigando a depreciação do seu próprio corpo, tratando a viagem como um aporte de ativos em sua longevidade.

A precificação nesses DTi (destinos inteligentes) ignora as métricas de massa para focar no VPL (Valor Presente Líquido) da saúde individual. Durante o Global Wellness Summit, especialistas discutiram como a "longevidade como serviço" está redesenhando o marketing dos DTi (smart destinations): a promessa central não é mais o cartão-postal, mas a autonomia funcional. O turismo torna-se utilitarista e preventivo, onde o destino é validado pela sua capacidade de oferecer conhecimentos técnicos e intervenções que garantam que o indivíduo permaneça na "malha aérea do consumo" pelas próximas décadas. É uma lógica de mercado circular: investe-se em saúde em Bruxelas ou nos spas médicos da Suíça para assegurar a vitalidade necessária para explorar o mundo amanhã.

Por fim, essa mudança de paradigma redefine o impacto do turismo na economia local, migrando da exploração de recursos socioculturais para a valorização de ecossistemas de alta tecnologia. Conforme discutido em fóruns de Destinos Inteligentes, a infraestrutura urbana é planejada para suportar essa "Economia de Saúde", onde o conhecimento é o produto de exportação mais valioso. Ao tratar o turista como um investidor, os destinos criam uma barreira de entrada contra o turismo predatório de baixo custo, atraindo um público que vê o gasto com saúde transfronteiriça como a ferramenta definitiva para manter sua relevância econômica e social. O sucesso de um destino, portanto, passa a ser medido pela sua capacidade de entregar ROI vital, e não apenas ocupação hoteleira. 

Enquanto isso, no Brasil, em 2026, ainda vejo Prefeituras Municipais colocando o turismo no guarda-chuva social, cultural ou esportivo, erro do passado, que não trouxe resultados qualitativos, ou seja, continuamos o mesmo País de “potencial” com um fluxo turístico menor que cidades ou País com bem menos atrativos, porém MAIS INTELIGENTES e focado no mercado. 

Avante,  seguimos, 


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Ref Bibliográfica:

GLOBAL WELLNESS INSTITUTE. The Global Wellness Economy: Looking Beyond COVID. Miami: GWI, 2021. Disponível em: https://globalwellnessinstitute.org/. Acesso em: 22 mar. 2026.

GLOBAL WELLNESS SUMMIT. Global Wellness Trends Report: The Future of Wellness. Miami: GWS, 2025. Disponível em: https://www.globalwellnesssummit.com/. Acesso em: 22 mar. 2026.

PINE, B. J.; GILMORE, J. H. The Experience Economy: Competing for Customer Time, Attention, and Money. Updated Edition. Boston: Harvard Business Review Press, 2011.

PINE, B. J.; GILMORE, J. H. The Transformation Economy: The Four Economic Stages of Progress. [S.l.]: Harvard Business Review, 2019.

SEGITTUR. Informe de Destinos Turísticos Inteligentes: Construyendo o futuro. Madri: Ministerio de Indústria, Comercio y Turismo, 2023.


Imagem:

Disponível no Website Paraíba News